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    André Rocha

    Qual a peça que mais prazer lhe deu criar e porquê?
    Tenho várias peças que me deram imenso gosto criar. Tenho algumas séries de peças cujo processo projetual foi tão exaustivo que ficaram muitas histórias associadas à conceção das peças. Acho que a peça que mais prazer me deu criar talvez tenha sido um anel que participou num concurso para a Lisnave em parceria com a casa Leitão & Irmão. Para além das visitas ao estaleiro naval com grande recolha de inspirações, dos desenhos e maquetas associados à conceção da peça, acabei por vencer o 1º prémio e obter o reconhecimento dos vários intervenientes, assim como do Sr. Presidente da República.

     
    Quando cria uma coleção pensa em associar-lhe uma história? Se sim, de que forma é feito esse processo? Primeiro nasce a coleção e só depois a história ou ao contrário?
    Na verdade, não. Ainda não projetei peças de joalharia com um sentido de narrativa.Todas as minhas peças até agora foram desprovidas de qualquer intenção para além da que está explícita no objeto. Contudo tento que sejam portadoras de símbolos, de semântica e de significado. E nesse caso, primeiro nasce a ideia, depois a peça e, por fim, o objetivo é que, quem a estiver a usar, crie as suas próprias histórias juntamente com minhas criações.

     
    Para lá das histórias que se criam para as peças, tem alguma peça que tenha uma história real e que de algum modo o/a marcou (de forma engraçada ou comovente)?
    Sim, tenho uma história com uma peça, uma aliança de casamento. Quando ou meus avós faleceram, por inerência à profissão, foi-me destinada a aliança de casamento do meu avô que anda sempre comigo. Um certo dia,fui consultar alguns registos referentes ao meu avô e, para me facultarem a informação, pediram-me algumas informações do mesmo. Uma das informações importantes era a data de nascimento. Sabia o dia e o mês, mas não sabia o ano. Liguei para a minha mãe que, apanhada de surpresa, também já não tinha a certeza... Mas sabia que ele tinha casado com 31 anos (ele costumava brincar com o trinta e um que se tinha metido) e, como eu trazia a aliança no meu dedo, tinha a data de casamento e foi só fazer contas!
     

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